Segunda-feira, 24 de Maio de 2010

Visões da Terra#13

Reflexão pessoal: A Revista National Geographic Brasil de Julho 2007 apresentou um artigo sobre uma família de aves que eu não conhecia, as Aves-do-paraíso. Supra-sumo da extravagância da natureza, em termos de aspecto e também comportamento.

Domingo, 23 de Maio de 2010

Conceitos-chave#5


  • Os minerais são os componentes básicos das rochas.
  • Todos os minerais têm textura cristalina, isto é, são formados por átomos ou iões, dispostos ordenadamente nas diferentes direcções do espaço.
  • Um cristal pode assumir, ou não, formas poliédricas, dependendo das condições do meio em que se forma.
  • Os principais minerais constituintes das rochas pertencem ao grupo dos silicatos.
  • Os minerais isomorfos, embora quimicamente diferentes, apresentam a mesma estrutura interna e formas externas semelhantes.
  • Muitos dos minerais constituintes das rochas magmáticas são misturas isomorfas.
  • Os minerais polimorfos são aqueles que, apesar de terem a mesma composição química, apresentam estruturas cristalinas diferentes.
  • Os magmas são misturas de substâncias minerais diferentes em estado de fusão, com pontos de solidificação diferentes.
  • A génese dos minerais dá-se segundo uma ordem definida da qual resulta uma diferenciação magmática.
  • Primeiro solidificam os minerais de ponto de fusão mais elevado e, seguidamente, os de ponto de fusão mais baixo.

Sexta-feira, 21 de Maio de 2010

Curiosidade#7


Charles Darwin, o grande biólogo que percorreu o Mundo no barco Beagle, era hipocondríaco. Este tinha fortes cefaleias e o tamanho do nariz preocupava-o. No entanto, não havia motivo de preocupação pois as únicas coisas que não param de crescer, a partir de uma certa idade, são o cabelo, unhas, nariz e orelhas. Por isso as pessoas mais idosas têm habitualmente orelhas e nariz muito grandes.

Quinta-feira, 20 de Maio de 2010

Explorando os produtores#8


O pessegueiro (Prunus pérsica vulgaris L.) é uma espécie exigente em horas de frio para quebrar o repouso vegetativo e apresenta sensibilidade às geadas de Primavera.

É exigente em água durante o Verão, especialmente as cultivares mais tardias, necessitando de rega.

A exposição em encosta favorece a cultura, permitindo maior precocidade e melhor qualidade dos frutos e menor risco de geadas de Primavera.

Prefere os solos de textura franca, soltos, frescos e profundos (1-1,5 m), de reacção neutra e ricos em matéria orgânica. O subsolo deve ser permeável devido à sensibilidade da cultura à asfixia radicular. É sensível ao calcário activo, para níveis superiores a 2-3 % existe o perigo aparecimento da clorose férrica.

As pavias incluem os pêssegos com características próprias para a indústria de transformação.

Os frutos apresentam forma esférica e regular, polpa firme, amarela ou alaranjada e caroço pequeno, redondo, aderente, adaptado ao descaroçador mecânico.

A nectarina (Prunus persica laevis DC) foi obtida a partir de uma mutação do pessegueiro comum (Prunus persica vulgaris). O seu cultivo despertou interesse nos últimos anos devido às cultivares novas introduzidas pelos Estados Unidos da América.

O fruto conhecido por pêssego careca, caracteriza-se por possuir epiderme vermelha, lisa, sem pubescência, forma redonda e polpa amarela. Trata-se de um fruto com grande aceitação por parte do consumidor devido ao seu aspecto exterior e características organolépticas muito agradáveis


Fontes informativas: http://www.esab.ipbeja.pt/c_h/paginas/Pessegueiro_ch.htm

Reflexão pessoal: Escolhi esta árvore pois gosto muito de pêssegos e acho-a um ser vivo particularmente bonita. Não só pelo seu fruto ser delicioso como também pelo facto de, em época de floração, esta se dispor de uma forma espectacular, cheia de cores vivas.

Quarta-feira, 19 de Maio de 2010

Palestra de Jorge Paiva


No dia 12 de Maio de 2010, talvez o biólogo português mais conhecido veio á Biblioteca Municipal dar uma pequena palestra sobre a "Biodiversidade e a história da Floresta Portuguesa". De entre os assuntos que foram tratados, este senhor falou sobre Portugal e a sua silva lusitana (floresta de Portugal). Lembro-me perfeitamente deste nome pois ele repetia-o vezes e vezes sem conta. Mencionou também o papel das glaciações na evolução da nossa flora e no seu papel ao longo da história. É de notar o seu papel no desenvolvimento cultural português e confesso que, apesar das condições do auditório não serem as melhores pois éramos demasiados alunos, foi um gosto tremendo ouvi-lo falar.

Segunda-feira, 17 de Maio de 2010

Série de Bowen

Norman Bowen definiu a sequência de cristalização de um magma de constituição homogénea através da chamada Série Reaccional de Bowen. Esta série é composta por dois ramos: a série descontínua dos minerais ferromagnesianos(minerais ricos em Fe e Mg – olivinas, piroxenas, anfíbolas e biotite) e a série contínua das plagioclases. Analisando o esquema pode constatar-se que os minerais situados na mesma linha horizontal possuem temperaturas de cristalização idênticas.

A série dos minerais ferromagnesianos é descontínua, pois à medida que a temperatura diminui, os minerais anteriormente formados reagem com o líquido residual, originando um mineral, estável nas novas condições de temperatura, mas com composição química e estrutura interna diferentes [olivinas » piroxenas » anfíbolas » biotite]. Por outro lado, a série das plagioclases é contínua, pois verifica-se que a substituição de iões de dimensão idêntica modifica apenas a composição química não alterando a estrutura interna destes minerais. O primeiro mineral desta série a cristalizar é a anortite (mineral rico em cálcio) e à medida que o magma vai arrefecendo o cálcio vai sendo progressivamente substituído por sódio, aumentando a quantidade de plagioclases. O último mineral desta série a cristalizar é a albite (mineral rico em sódio) [anortite » bitaunite » labradorite » andesite » oligoclase » albite].

Fontes informativas: http://sites.google.com/site/isabelserio/rochasmagmáticas

Reflexão pessoal: Esta série é-nos muito útil no nosso estudo diário, uma vez que responde a inúmeras perguntas acerca de rochas magmáticas.Como toda a geologia, nem tudo é preto e branco, também existem tons de cinzento, e esta série é um desses exemplos.

Domingo, 16 de Maio de 2010

Peixinhos de aquário, mas não só


Com dois dias recém-cumpridos, as larvas de peixe zebra (Danio rerio) já possuem uma boca claramente definida, e não falta muito para que as duas aberturas que estão a formar-se por cima se transformem nos órgãos olfactivos. O retrato microscópio foi obtido por Jurden Berger e Mahendra Sonawane, cientistas do Instituto Max Planck (Alemanha), e mereceu o primeiro prémio na categoria Investigação Fascinante do Concurso Imagem de Investigação de 2009, organizado pele revista germânica Focus. Actualmente, os peixes-zebra, habitantes comuns dos aquários caseiros, são escolhidos por numerosos biólogos para estudar o desenvolvimento embriológico e o papel desempenhado pelos genes nesse processo.

Fontes informativas: Revista "Super Interessante", Abril 2010
Reflexão pessoal: A imagem desta espécie a desenvolver-se aterroriza-me, no entanto, é espectacular e acho que nunca vi uma coisa tão peculiar. Nesta notícia temos imensos termos já conhecidos, apesar de subentendidos, como a mitose, argumento do evolucionismo por embriologia comparada, DNA, ... Encaixa-se perfeitamente no nosso programa.